Depois de destruir o Capitólio e a Casa Branca com seus ET’s e mergulhar a Terra numa Era Glacial, eis que o alemão mais americano da galáxia, Roland Emmerich, embarcou na profecia Maia do fim dos tempos e nos “brinda” com mais um filme catástrofe, “2012”. Como novidade, ao lado das cenas manjadas de destruição de cidades norte-americanas, dessa vez sobrou para o Cristo Redentor e para o teto da Capela Sistina. Claro, o porta-aviões USS John F Kennedy tem “papel” de destaque.
Em meio à quantidade de provas que parecem proliferar quanto mais eu as corrijo, em meio à sensação de dívida em relação ao Clareando e, claro, aos seis ilustres que freqüentam essas mal traçadas, o jazz e o chocolate têm sido consolos quase suficientes. Depois de um período sem ter paciência e tempo para ouvir música como se deve, redescobri o prazer que me deram alguns companheiros de caminhada. “Chet” Baker foi um desses caras, a “doutora” Nina Simone, outra.
Em meio a muitas dívidas, dizia eu, o Rodrigão, que não pede, manda, cobra um comentário sobre a vitória de Roger Federer em Roland Garros. Depois que a poeira baixar e o Sampras parar de somar banana com laranja, conversamos.
Fica na pauta também post e fotos da Campinas Decor – eu quase escrevi “Freguesia Decor”.
A música abaixo abre o filme “Quatro Casamentos e Um Funeral”, com outro intérprete é bem verdade. Please, enjoy it.