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Clareando Idéias
 


CINEMA - BUDAPESTE

O título poderia e deveria ser CINEMA – LEONARDO MEDEIROS porque, se é verdade que o sujeito tem se aventurado na televisão sem fazer feio e, se também é verdade que, desgraça das desgraças eu ainda não consegui vê-lo atuando no teatro, a verdade derradeira e definitiva desse parágrafo é que o cara parece se sentir em casa fazendo filmes para tela grande. O trailer dos cinemas começa com a voz marcante do autor informando ao mundo que “Budapeste é amarela”.

Eu nunca morri de amores, ao contrário, pelo Chico Buarque romancista, mas o fato de Medeiros dar vida ao ghost writer de Budapeste já dá muita vontade de ver o filme que estréia nas cidades civilizadas amanhã e nós ficamos na expectativa para saber se a Freguesia está na lista de estréias. Já ia esquecendo, dirigido pelo (grande) fotógrafo Walter Carvalho – que já nos brindou com o belíssimo Janelas da AlmaBudapeste tem uma fotografia de primeira. Precisava dizer, afinal? 

Abaixo, o trailer no you tube.

 

PS: Confirmei ainda agora algo que meu coração já sabia: não, é evidente que o filme NÃO estréia na Freguesia amanhã. Quem sabe em junho, antes das férias escolares?



Escrito por Fernando Baia às 23h35
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LIVROS - HISTÓRIA DA VIDA PRIVADA

Excelente iniciativa da editora dos Schwartz em lançar agora na coleção “Companhia de Bolso” os cinco volumes de “História da Vida Privada”, um tour de force da historiografia francesa, capitaneado por Georges Duby, Paul Veyne e Phillip Aries isso apenas para escalar o meio-de-campo do time. A obra foi editada no Brasil a cerca de vinte anos atrás, cobre o período que vai do Império Romano ao final do século XX e gerou o similar nacional também com um time de historiadores de primeira.

Claro, a edição atual não preserva a beleza da capa dura e riqueza dos detalhes nas ilustrações, mas chega em bom momento para os professores de história do ensino médio – colegial pra os mais velhos – cansados da mesmice dos livros didáticos e das apostilas. Não dá para basear todas as aulas nos volumes da coleção, mas as histórias funcionam como um belo chamariz para alunos exaustos de “mais do mesmo” e “você tem que passar no vestibular”. Vale o investimento.

        



Escrito por Fernando Baia às 23h33
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